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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Como anda a EQ da sua guitarra?

Um detalhe (que não tem nada de detalhe) muito importante na timbragem está nas posições dos knobs do seu amplificador de guitarra. Equalizar sua guitarra em estúdio, ao vivo, ou mesmo para tocar no conforto da sua casa não é a tarefa mais difícil do mundo, mas também não é das mais fáceis.

Numa época em que a cada 3 metros quadrados se encontra um guitarrista, o diferencial

domingo, 24 de novembro de 2013

Roller nut: instalar ou não?


Há algum tempo atrás tive um roller nut instalado na minha guitarra. Esse acessório já é bem conhecido entre os guitarristas. Um dos nomes lembrados quando se fala nele é o do Jeff Beck, que ajudou a torná-lo um acessório mais popular. Mas é certo que apesar de não ser uma inovação ainda fica um certo receio antes de definitivamente se tomar a decisão de instalar um desses no braço da guitarra.


sábado, 23 de novembro de 2013

Calibre das cordas de guitarra: a polêmica


Bom meus caros leitores, faz um tempo que este é um tema que me incomoda e ao mesmo tempo me estimula a reflexão. Até havia pensado em fazer um post sobre isto antes, mas encontrei um post em outro blog que dispensa que eu escreva novamente a respeito.

Só gostaria de acrescentar um comentário meu: não se preocupe em seguir regras. Não existem regras neste sentido. Você deve procurar um calibre de cordas que se adapte melhor ao seu jeito de tocar. E também deve pensar na saúde dos seus tendões. Se um calibre 0.13 lhe parece confortável de tocar e executar bends e acordes de pestana, fique com ele. Mas se sua praia é mesmo um 0.09, use-o na sua guitarra e seja feliz!

E se o 0.09 pode trazer uma perda de sustain, hoje em dia tem captadores e captadores, basta escolher um mais encorpado para compensar isto.

O link para a postagem abaixo:

http://inicianteguitarra.blogspot.com.br/2013/11/tocar-com-cordas-grossas-sera-que-vale.html#comment-form

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Minha guitarra não segura a afinação!: como eliminar pontos de atrito.



Muitos termos neste post estão em inglês devido à maioria das fontes de informação estar neste idioma. Eliminar os pontos de atrito é um desafio para melhorar a estabilidade da afinação. Após a execução de um bend ou alavancada a corda pode travar em alguma parte onde haja contato e não voltar à afinação original. Normalmente esses pontos situam se:

a)    nas tarraxas (tuners);
b)    no abaixador de cordas (string-tees);
c)    na pestana (nut);
d)    nos carrinhos da ponte (saddles);
e)    na parte interna do bloco da ponte (brigde block)

Par eliminar esses pontos de atrito pode ser necessário fazer pequenas ou grandes modificações em sua guitarra.

As tarraxas




Quando as cordas são passadas no furo do poste da tarraxa aí está um provável ponto de atrito, pois a variação tensão (ex.: ao fazer um Bend) faz com que as cordas movam-se milimetricamente. Uma excelente saída é colocar um jogo de tarraxas com trava (chamados de Locking Tuners). As travas atuam fixando a corda dentro do furo através do qual são passadas por meio de sistemas de rosca e/ou pressão por aparafusamento.

Entre os jogos de tarraxas com trava mais comuns e confiáveis existentes no mercado estão: o Schaller (usado pela Fender), as Sperzel, as Planet Waves (que tenho na minha Fender México) e as Gotoh Magnum Lock. Além destas, ainda há marcas consideradas boas por seus usuários, como a Grover e Wilkinson. Antes de comprar um jogo de tarraxas com trava considere os seguintes fatores:

  1. Tipo de headstock:

a)    6 Em linha (6 in-line): para headstocks tipo stratocaster ou similares;
b)    3 + 3: o nome já diz tudo. Para headstocks tipo Les Paul ou similares;
c)    Outros modelos: de acordo com o tipo de headstock (guitarras de 7 cordas), 4+2, etc...

  1. Convencionais ou as estagiadas (staggered tuners): Staggered significa “estagiada”. O que isso significa? Significa que as tarraxas vão diminuindo a altura da primeira para a última da fileira, criando uma angulação naturalmente correta para as cordas em headstocks do tipo strato sem a necessidade de usar abaixadores de cordas.

  1. O diâmetro dos furos: cada modelo de tarraxa possui um tamanho de diâmetro do post que deve se encaixar no furo (peg holes), sem deixar folgas ou precisar de forçar. Cada fabricante informa esta especificação. O que você precisa fazer é checar as informações do produto para descobrir se servirá. Em alguns casos, mesmo que as tarraxas tenham diâmetro menor que o do furo, existem buchas que servem como adaptadores para se adequarem  a esta situação.

  1. O ratio: alguns modelos de tarraxa oferecem uma maior precisão de afinação. Tarraxas com ratio de 18:1 oferecem maior precisão. Mas mesmo tarraxas com proporção de 15:1 oferecem uma afinação muito boa. Esse é um critério também importante, mas menos crucial na escolha.


Abaixadores de cordas

Também conhecidos como String-guides, ou string-trees, são utilizados principalmente em guitarras dos modelos Stratocaster e Telecaster; Para quem não faz idéia do que seja, é aquela peça minúscula que serve para abaixar as cordas E e B e às vezes também a G e D em headstock de Stratocasters e Telecasters.



Algumas Stratocasters tem essa peça na forma de abas dobradas onde as cordas passam por baixo. Em alguns baixos e guitarras (especialmente nas Telecasters) o string-tree é uma peça que parece um botão de calça jeans, que fica instalado entre as duas cordas que se deseja abaixar. Neste caso o atrito é menor do que do primeiro modelo de abas dobradas.

Há um terceiro modelo que considero bem mais eficiente e que equipa as Fender American Deluxe Stratocaster, onde as cordas passam sob um roller. Pra quem não sabe o roller é, como o próprio nome diz, um rolamento que permite um melhor deslizamento das cordas. Esse modelo de abaixador de cordas reduz bastante o atrito entre as tarraxas e o nut, na região do headstock.

Atrito na pestana

Para diminuir o atrito na pestana existem as seguintes opções:

a)    instalar um roller nut: é uma pestana em que as cordas passam por cima de mini-rolamentos em forma de esferas, eliminando o atrito.
b)    Instalar um nut de latão: dizem que o nut de latão deixa as cordas deslizarem melhor, e causa menos transtornos para instalar do que o roller nut; Yngwie Malmsteen utiliza esse tipo de pestana na sua signature;
c)    Aplicar grafite em pó no nut convencional: dizem que melhora o deslizamento das cordas, mas requer manutenção constante. É um trabalho adicional, mas simples e eficaz;
d)    Instalar um nut da Graphtec de TUSQ. TUSQ é uma mistura de componentes, que segundo o fabricante oferece menor atrito do que as outras opções e até mesmo melhora o sustain e a ressonância.
e)    Se os sulcos onde as cordas repousam no nut estiverem desgastados, com rebarbas, ou formando ângulos muito fechados em direção às tarraxas, aí pode estar o motivo do atrito. Pode-se fazer um trabalho de recuperação ou até substituição do nut por outro em que os sulcos estejam bem alinhados.

Carrinhos (saddles) e bloco da ponte

Entre as melhores opções existem:

a)    Pontes que tem os carrinhos com roller e bloco adaptado: um modelo legal de ponte é o GOTOH EV-510T-SS. Esse modelo conta ainda com dois pivôs e com o bloco construído especificamente para diminuir o atrito com a argola metálica das cordas que fica internamente no bloco. A página dessa ponte no site oficial da GOTOH é: http://www.g-gotoh.com/international/?btp_product=ev510t-ss
b)    Aplicar grafite em pó nos carrinhos;
c)    Substituir os carrinhos da sua ponte tremolo vintage (convencional das Fender strato) por saddles individuais com roller ou por saddles de grafite. A vantagem encontra-se em não ser necessário substituir a ponte inteira.

As molas das pontes tremolo

            Outro ponto causador de problemas de afinação encontra-se na cavidade traseira das Stratos. Lá se situam as molas, que servem para puxar a ponte de volta para seu ponto de repouso original após uma alavancada.
            Até 5 molas podem ser utilizadas no sistema. O mais comum é serem utilizadas 3 molas. Quanto mais forem utilizadas mais duro e tenso fica o sistema da ponte e, em tese, mais estável a afinação. Quanto menos molas estiverem acopladas no sistema, mais macia a ação do tremolo e ao mesmo tempo mais suscetível a problemas de afinação, pois as molas podem não conseguir exercer força suficiente para fazer a ponte retornar ao seu ponto de inércia – chamado de ponto zero.

            Como esse não é um problema propriamente de atrito, mas sim da tensão no sistema de tremolo, não vamos abordá-lo mais a fundo neste artigo. Apenas, cabe citar o sistema de estabilizador de tremolo (hipshot tremsetter), que serve para controlar este problema.

sábado, 5 de outubro de 2013

ITALIA MONDIAL CLASSIC: um modelo único.

Nós guitarristas estamos sempre buscando por novas sonoridades. É muito comum apelarmos para pedais, amplificadores, alto falantes e até mesmo microfones para alcançar aquele som que muitas vezes está perdido no fundo de nossas mentes.

Gostaria de compartilhar com vocês, meus caros leitores, um modelo de guitarra que eu encontrei nas minhas buscas pela net e que, devido à suas características, estética e sonoridade tão particulares, a torna digna de receber um post aqui no blog.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Influência das madeiras no timbre de guitarra: qual o limite?

Tem um tempo que não posto nada. Àqueles que acompanham ou que visitam esporadicamente o blog, deixo antecipadamente minhas desculpas. Tenho ficado ausente por falta de tempo mesmo, ou por dificuldade em organizá-lo.

Mas tem uma coisa que já faz um tempo eu queria postar aqui, só que acabei esquecendo, e agora aproveitando a oportunidade resolvi postar. Além disso, é algo que não vai demandar muito tempo para escrever.

Desde o começo, eu gostaria de deixar claro que o interesse desse post não é aprofundar em características do timbre de diferentes madeiras, mas apenas expor algumas reflexões que eu acabei fazendo após muita leitura e debate com outros músicos.

Quem se interessa por este assunto já deve ter em mente algumas idéias como maple tem som disso, mogno daquilo, e por aí vai.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Customização da minha Fender Mexicana

A primeira pergunta a ser feita antes de uma customização deveria ser: qual o objetivo? Iniciar uma customização sem um objetivo claro é algo que não agrega valor nenhum ao processo e talvez nem mesmo ao produto final.

sábado, 7 de abril de 2012

ESCOLHA SEU PEDALBOARD PREFERIDO!

Fiz uns modelos de pedal board que me atenderiam satisfatoriamente. São quatro modelos.

Deixe um comentário dizendo qual seria o modelo de sua preferência.

Os pedais que entraram na montagem desses modelos foram os listados abaixo:

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Fender Stratocaster Mexicana: um breve review




E aí pessoal, beleza?
Tô acordado mesmo, essa insônia minha só passa com duas coisas: algumas cervejas ou produzir alguma coisa útil. Minha cabeça está sempre a mil.
Vim para o quarto do computador e peguei minha Fender Stratocaster MIM (Made in Mexico) pra tocar um pouco. Satisfação imensa! Daí a idéia de fazer esse post para falar sobre esta guitarra, que já vi sendo massacrada, humilhada, detonada, cuspida e escarrada em alguns blogs e fóruns aqui pela net, principalmente por amantes da Fender Made in USA, embora alguns Zé Roela da vida que nunca triscaram um dedo numa Fender Mexicana também se prestem a falar mal dela. Mas como eu não gosto de injustiças…

Super Vee: tremolo para guitarras stratocaster


Para quem gosta de alavancadas mais agressivas e já pensou em instalar uma Floyd Rose em sua Strato, mas não tem coragem de mandar fazer todo aquele serviço de luthieria (que não sai barato), há uma alternativa.

Amplificador Peavey Studio Chorus 210


E Aí Pessoal,

Venho falar para vocês um pouco do meu Amp Peavey Studio Chorus 210.

Pedais de efeito para guitarra: do que realmente você precisa?


Uma breve história (se não tiver paciência de ler, pule direto para a seção “Do que eu realmente preciso?”)
Neste ano novo iniciei revendo conceitos.  Estou repensando as decisões que tomei em 2010 e espero que isto possa me guiar em 2011. Em 2010 dei início a montagem do meu setup de pedais e consegui adquirir bastante coisas.

TESTES DE EQUIPAMENTOS: A ilusão das demos de equipamentos no youtube


E aí meus caros leitores,
Tenho andado muito ocupado e sem tempo de parar para escrever por aqui.
Tem um assunto que me veio à mente nestas últimas semanas e resolvi compartilhar com vocês. Trata-se de vídeos demonstrativos e de testes de equipamentos espalhados pela internet. Principalmente pelo youtube.

Seymour Duncan JB jr - Parte 2



No post anterior falei sobre o captador Seymour Duncan JB Jr, instalado na posição da ponte da minha Strato. Agora, passados alguns meses e várias ocasiões em que utilizei esse captador tocando junto com a minha banda, posso voltar e falar com mais propriedade sobre esse captador, além de passar minha experiência para quem esteja pensando em instalar esse captador em sua guitarra.

Seymour Duncan JB jr - Parte 1



Olá pessoal, hoje venho falar sobre a experiência que venho tendo com o captador JB Jr da Seymour Duncan instalado na ponte da minha Fender Stratocaster Mexicana.

Stratocaster e Les Paul: guitarras distintas, impressões únicas.

Antes de começar a ler, caro leitor, tenha em mente que este post tem o único objetivo de expressar minhas impressões pessoais a respeito de dois modelos de guitarra que sempre me fascinaram mais do que qualquer outro: a Stratocaster e  aLes Paul.

Les Paul: um modelo único


Les Paul, o pai da criança.
Cada modelo de guitarra é um projeto único que visa atender atributos específicos tais como timbre, tocabilidade, sustain, conforto para tocar com a guitarra pendurada no pescoço, bem como a possibilidade de usar uma ponte tremolo e criar efeitos de alavanca. As Les Paul foram projetadas para garantir um sustain e timbre encorpado maior que qualquer outra guitarra.